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Abrace as diferenças e se destaque na carreira profissional

Abrace as diferenças e se destaque na carreira profissional

Em 2019, realizei meu primeiro webinário "Atitudes inclusivas que transformam sua vida profissional". Colaborar com as pessoas por meio de uma material tão rico, digital e gratuito foi um passo muito importante na minha vida. Recebi feedbacks incríveis! Para assistir: https://bit.ly/2RvWtdT

Mas, a minha história com a inclusão se iniciou no ano de 2002.  O desejo de ajudar pessoas com doenças raras me despertou o olhar para as diferenças. Respeitá-las mudou minha vida profissional.

Há entre 6 a 8 mil doenças raras.

Mutações genéticas e denominações patológicas com nomes nada simples de se pronunciar. Doença de Fabry, Fibrose Cística, Angioedema Hereditário, Mucopolissacaridoses, Fenilcetonúria, Atrofia Muscular Espinha, dentre outras.

Algumas dessas diferenças moleculares trazem consigo diferenças no fenótipo de cada pessoa, ou seja, características físicas - causa de muito preconceito. 

Dividimos a vida com pessoas diferentes da gente. Seja diferença cultural, religiosa, escolha de vida, gênero, etnia, social, etária e tantas outras. O segredo não está na identificação de cada uma delas, mas na forma de respeitar o outro com sua história e características.

Parece simples?

A realidade mostra que não.

No mercado de trabalho, estudos mostram que a exclusão existe. Velada e silenciosa. Ela afeta nosso ânimo, estima, produtividade e, em muitos casos, gera outro problema chamado de isolamento social.

O trabalhador que se sente excluído possui chances muito maiores de desenvolver problemas de saúde e vontade de se demitir do emprego.

Em uma pesquisa realizada por Naomi Einsenberger, neurocientista social da UCLA, foi apontado que pessoas ou grupos excluídos, seja no ambiente de trabalho ou não, podem sofrer danos psicológicos no cérebro que são semelhantes à dor física(Fonte: For Bussiness).

É urgente que as empresas repensem o olhar coletivo para as diferenças. É necessária transformação de mentalidade, desde dos líderes ao time de funcionários. Vai além da reforma física para receber uma pessoa com limitações físicas, auditivas ou visuais. Demanda compreensão e diálogo para um convívio enriquecedor e inclusivo.

No Brasil, são mais de 13 milhões de pessoas com doenças raras que as empresas podem ajudar. 

Me conte as estratégias inclusivas que sua empresa já implementou para abraçar as diferenças? =)

 

 

Comunidade Marketing de Gentileza
Geisa Luz
Geisa Luz Seguir

Carrego a missão de desenvolver ideias e ações em saúde pública, no âmbito das doenças raras, com informações confiáveis para impactar a sociedade e salvar vidas. Enfermeira, consultora em doenças raras e graves e palestrante.

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