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6 formas de humanizar sua marca na era digital

6 formas de humanizar sua marca na era digital

Atualmente, grande parte dos usuários não se sentem confortáveis, interagindo com empresas robóticas, caraterizadas pela burocracia e, de forma geral, oferecendo um serviço frio e impessoal.

Pelo contrário, preferem marcas próximas, amigáveis e transparentes, que realmente se preocupem com suas necessidades, problemas, preocupações e objetivos.

Eu acredito fielmente essa afinidade 'marca x cliente' faz toda a diferença na era comercial em que nos encontramos. A internet possibilitou uma aproximação ainda maior das empresas e seus clientes. Agora eles poderiam conversar, de “igual para igual” e criarem um relacionamento.

Esse movimento/necessidade de engajamento tem ganhado muita força. E se ganha mais ainda quando os clientes começam a ser visto e percebidos como amigos e parceiros. 

Além do mais surpreender pessoas faz com que elas se sintam mais empolgadas, o reconhecimento faz o que a pessoa perceba a sua importância e significado. 

Quanto maior o investimento na humanização da marca e quanto maior for a autenticidade nesse caminho, maior será a atratividade da mesma! 

Essa percepção sempre se tornará mais fácil quando nós colocamos no lugar do cliente. 
 

Como somos atraídos? Como nos tornamos advogados fiéis de alguma empresa? Qual é a marca top of mind na nossa vida? Qual propósito que queremos estar ligados? 


As respostas dessas perguntas acima, por exemplo, ajudam a notar a vantagem inicial em saber onde investir e o que projetar.

As técnicas para humanizar uma marca:
 

#1 Storytelling
 

A prática de storytelling consiste, basicamente, em contar histórias. Parte do princípio que as pessoas tendem a se aproximar de narrativas envolventes e emotivas.

O storytelling pode ser aplicado de diferentes maneiras. Atualmente, muitos comerciais nesse formato estão presentes não apenas na TV, mas principalmente em plataformas como o YouTube e as redes sociais, aproveitando o efeito viral presente nas últimas.

#2 Redes Sociais
 

Nunca é demais reforçar esse ponto. É praticamente uma obrigação para qualquer marca que pretenda alcançar o público de maneira mais humanizada.

E mais do que ter um perfil, é necessário se mostrar ativo e disposto. Isso é o mínimo para qualquer empresa hoje em dia.

Entretanto, humanizar esse tipo de comunicação vai muito além do que a presença forte nas redes sociais. Aqui é preciso abandonar a postura mais formal de um perfil empresarial e focar na interatividade.

Casos como o Netflix e o Ponto Frio são ótimos exemplos de marcas humanizadas nas redes sociais.

Respostas às perguntas, utilização de bom humor e atenção às necessidades do público são algumas ações para passar a imagem de uma marca humanizada.
 

#3 Atendimento

Não há nada mais desagradável para um consumidor quanto o atendimento mecanizado e em “linha de produção”. As pessoas estão cansadas de terem experiências negativas no atendimento das empresas, o que traz à tona uma forte necessidade de uma prática mais humanizada nesse setor.

Entender que cada cliente é um indivíduo específico, com necessidades, vontades e desejos é o primeiro passo para humanizar seu atendimento.

Por isso, seja nos chats online, seja por telefone, seja respondendo mensagens em redes sociais, as marcas que mostram empatia, educação, boa vontade e atenção com os clientes tendem a conseguir os maiores níveis de satisfação.

#4 Linguagem
 

Não há nada mais “humano” para um consumidor que uma marca que utiliza a mesma linguagem que ele. Para tanto, é fundamental conhecer o perfil do público, as expressões que ele costuma usar e a maneira como ele costuma se comunicar.

Adequar a linguagem das estratégias de comunicação é o mínimo necessário para fazer com que a mensagem chegue de maneira mais fácil e satisfatória em seu público-alvo.
 

#5 Criação de vínculos
 

A abordagem humanizada no trato com o público é uma ótima maneira de criar vínculos com ele. Ao ser tratado de igual para igual, o cliente passa a vincular a marca a um tratamento humanizado, íntimo e agradável.
 

#6 Pratique a inclusão
 

Lembre-se de que, dentro de seu universo de clientes, podem existir diferenças. Assim, além de adotar atitudes de respeito, é essencial oferecer facilidades para que as pessoas tenham acesso às suas informações. Por exemplo, adote a linguagem em braille nas embalagens, use fontes maiores para que todos possam enxergar e evite frases ou conceitos que possam desvalorizar qualquer grupo. 

Ao adequar o produto ao perfil de seu público, é possível fazer com que os consumidores se tornem fãs da sua marca. Parece complicado? Na verdade, ao conhecer as características de seus clientes, essa tarefa se torna fácil e rende excelentes resultados. A aproximação com o consumidor é mais simples do que parece, desde que você entenda o seu comportamento.



Eu fiquei morrendo de amores com essa história...
 

Lendo sobre isso na internet achei um caso sobre a Ritz-Carltron, uma rede de hotel nos EUA que é reconhecida por usar sempre um toque humano e por dar autonomia aos seus funcionários para serem autênticos nessa ação, e vi que num determinado episódio a girafa de pelúcia de uma criança foi perdida no hotel e os pais usaram da boa mentira e disseram-lhe que o bichinho estava de férias. E então eis que o hotel manda uma carta para a criança e os pais reforçando a história com uma prova documental das férias da girafa. 

Incrível né? Fala sério, se fosse comigo eu seria fidelíssima a esse estabelecimento e obviamente sairia falando bem e indicando para todos no meu meio!!!!

São marcas como essa que estão fazendo a diferença e conquistando o mercado atualmente. É através da humanização que nos conectamos, fidelizamos e encantamos clientes até que se tornem amigos e fieis.

Com sentimentos, desejos e expectativas. Parece óbvio, mas não é. Vejo sempre sentimentos como afeto, carinho e acolhimento como prioridades na vida. E é uma construção.

 

Comunidade Marketing de Gentileza
Lays Albuquerque
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Graduada em Relações Internacionais e cursando MBA em Marketing Estratégico na ESPM. Não tive a sorte de descobrir rápido o que eu queria fazer. Mas no meu primeiro contato com o Marketing, descobri que era isso que eu queria. Me apaixonei!

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